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I was. I am. I will be.

[Eng] Past. Present. Future. There are no time boundaries for what has been, is being, and will be accomplished. Everything you do, if done by spiritual means and for spiritual evolution of self and of others will reverberate forever.

For what everything that is conquered in your spiritual life is never lost again.

The purpose of this Blog is to serve as a memoire of the invisible ones who have always done such a work. They are the Rosicrucian. And for that matter this can only be a timeless vehicle, relying on timeless Rosicrucian knowledge, teachings and work.

Some texts may be presented just in English. Others will be presented in both English and Portuguese, the natural language of this Author. External references may be presented on those both languages preferably, but not restricted to them if need be.

[Por] Passado. Presente. Futuro. Não há limites de tempo para o que foi, é e será cumprido. Tudo o que você faz, se feito por meios espirituais e para a evolução spiritual própria e de terceiros reverberará para sempre.

Pois o que é conquistado em sua vida espiritual nunca mais é perdido.

O propósito deste Blog é servir como memória dos invisíveis que sempre fizeram tal trabalho. Eles são os Rosacruzes. E por este motivo este só pode ser um veículo atemporal, baseando-se em conhecimentos, ensinamentos e trabalhos Rosacruzes atemporais.

Alguns textos serão apresentados em Inglês. Outros serão apresentados em Inglês e Português, o idioma nativo deste Autor. Referências externas poderão ser apresentadas em ambos idiomas preferencialmente, mas não restritos a eles, caso necessário.

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(DAT ROSA MEL APIBUS “The Rose Gives The Bees Honey” after the original motto found in the engraving (possibly) by Johann Thedore deBry (d. 1598)

 

 

Who am I, if not who I am?

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[Eng] Who am I, if not who I am?

How can I isolate myself to find myself, if not in myself?

How can I make the Rose-Cross shine and expand more and more in my soul, this golden cross with a rosean heart?

Where is the infinite horizon if not in my own mind?

Here is a man who walks in darkness, his body wrapped in a cloak, his head protected by a hood. The old, suffering face that no longer dares to cry. He is alone on his journey and feels far from his goal.

He is accompanied by a staff, which at its top has a sphere, and this sphere glows with a  wonderful blue light. The key is with him, and as long as it is, he is not afraid of any harm.

Demons do not dare to approach him, the world curves around him.

There is a faint, weak, almost imperceptible light on the infinite horizon, and he is chasing it. After all, he attained the mastery of life.

[Por] Quem sou eu, senão quem eu sou?

Como me isolar para me encontrar, senão em mim mesmo?

Como posso fazer a Rosa-Cruz brilhar e se expandir cada vez mais em minha alma, esta cruz dourada de coração róseo?

Onde está o horizonte infinito senão em minha própria mente?

Eis homem que caminha nas trevas, o corpo envolto em uma capa, a cabeça protegida em um capuz. O rosto velho e sofrido que não ousa mais chorar. Está sozinho em sua caminhada e sente-se distante de seu objetivo.

Segue acompanhado por um cajado, que em seu topo existe uma esfera, e esta esfera brilha com uma luz azul maravilhosa. A chave está consigo, e enquanto for assim não teme mal algum.

Demônios não ousam se aproximar dele, o mundo se curva ao seu redor.

Há uma luz tênue, fraca, quase imperceptível no horizonte infinito, e ele a persegue. Pois afinal de contas, ele alcançou o domínio da vida.

Trigonium
anno R+C 3.372

 

Prophet

Prophet / noun

Etimology
from Old French prophete, via Latin from Greek prophētēs ‘spokesman’, from pro‘before’ + phētēs ‘speaker’ (from phēnai ‘speak’).

Pronunciation
UK , /ˈprɒf.ɪt/ US , /ˈprɑː.fɪt/

1. a person who is believed to have a special power that allows them to say what a god wishes to tell people, especially about things that will happen in the future

2. a person who supports a new system of beliefs and principles

[Eng] Traditionally, the image of the Prophet is linked to that of the person who is able to provide predictions about the future, much more of others than of himself, much more about the world than about his own life. The world became accustomed to treating the Prophet as someone in this condition, because of truly historical figures and others more symbolic, in addition to several characters with these characteristics cited in various scriptures. But a Prophet is more than this, and his importance is much more in support of a set of beliefs and principles than in his proper predictive ability of the future, although both conditions are true.

This is how Rosicrucianism treats the figure of the Prophet. Prophets exist, support a system of beliefs and principles, have the ability to predict and do predict future events about oneself and others. Every Rosicrucian exercises his ability to prophesy, and it is a constant practice of all Rosicrucians throughout human history. Indeed, it can be said that the Rosicrucian chooses to condition his psychic body and his mind to a mechanism defined and provoked by his own will, with the intention of prophesying, with a view to rendering such a latent capacity more humanly and more under control, contrary to what usually happens with people who possess this developed capacity but end up being victims of visions, dreams, intuitions, without performing the proper work of foment and interpretation of the phenomenon.

Thinking more broadly, which I think is more interesting and pertinent to Mysticism, the Prophet is the one who warns. A warning is something loaded with force and presupposes causal relationships involved in the actions of men and nature. Something like “if you do, that will happen” or “if you do not avoid such a thing, you will suffer such consequences,” and so on. Extrapolate this and you will see that something like “if the human species does not stop polluting the atmosphere life will become unsustainable quickly” is a statement exactly with the same essence of the previous generic settings. A warning. A catastrophic Prophecy. Something a Prophet says.

The warning is interesting from the point of view of a Rosicrucian Prophet because it can be done by virtue of easily identified violations of Cosmic Laws, Laws which are known to the mystic. This is a situation where the Prophet becomes quite efficient and where his Philosophy and Wisdom is enormously and nobly applied. It should be noted that this does not necessarily imply the need to offer very specific or very detailed predictions about one or a few persons, but rather much broader, more comprehensive, meaningful and no less precise predictions.

A Rosicrucian developed in this mystical path is a prophet by nature, his prophecies end up being transmitted to the outside world in one form or another, being they simple warnings or true predictions. The Rosicrucian is only a channel of transmission of knowledge of the Cosmic, Universal Mind behind the creation of all things, and this knowledge is timeless and can be characterized as historical knowledge or as prophecy. As long as there is a Rosicrucian present in the Universe there will be a veiled prophet, one who is satisfied in the Rosicrucian service without making a point of having his identity revealed, qualified or characterized. Someone disseminating information not for itself, but for the glory of the Creator.

[Por] Tradicionalmente, a imagem do Profeta é ligada à da pessoa capaz de fornecer previsões acerca do futuro, muito mais de outrem do que de si mesmo, muito mais sobre o mundo do que sobre sua própria vida. O mundo se acostumou ao tratar o Profeta como alguém nesta condição, em função de figuras verdadeiramente históricas e outras mais simbólicas, além de vários personagens com estas características citados em diversas escrituras. Porém, um Profeta é mais do que isto, e sua importância está muito mais no suporte a um conjunto de crenças e princípios do que propriamente em sua capacidade preditiva do futuro, embora ambas as condições sejam verdadeiras.

Esta é a forma como o Rosacrucianismo trata a figura do Profeta. Profetas existem, suportam um sistema de crenças e princípios, possuem a capacidade de prever e predizer eventos futuros sobre si mesmo e sobre os outros. Todo Rosacruz exercita sua capacidade de profetizar, sendo a mesma uma prática constante de todos os Rosacruzes ao longo de toda a história humana. Com efeito, pode-se dizer que o Rosacruz opta por condicionar seu corpo psíquico e sua mente a um mecanismo definido e provocado por sua própria vontade, com o intuito de profetizar, visando tornar mais objetiva tal capacidade latente nos seres humanos e mais sob controle, ao contrário do que costuma ocorrer com pessoas que possuem esta capacidade desenvolvida mas acabam sendo vitimas de visões, sonhos, intuições, sem realizar o devido trabalho de fomento e interpretação do fenômeno.

Pensando de uma maneira mais ampla, que julgo ser mais interessante e pertinente ao Misticismo, o Profeta é aquele que avisa. Um aviso é algo carregado de força e pressupõe relações de causalidade envolvidas nas ações dos homens e da natureza. Algo como “se você fizer isso, acontecerá aquilo” ou “se você não evitar tal coisa, sofrerá tais consequências”, e assim por diante. Extrapole isso e você verá que algo como “se a espécie humana não parar de poluir a atmosfera a vida acabará ficando insustentável rapidamente” é uma colocação exatamente com a mesma essência das colocações genéricas anteriores. Um aviso. Uma Profecia catastrófica. Algo que um Profeta diz.

O aviso é interessante do ponto de vista de um Profeta Rosacruz porque pode ser feito em virtude de violações facilmente identificadas de Leis Cósmicas, Leis que são de conhecimento do místico. Esta é uma situação onde o Profeta torna-se bastante eficiente e onde sua Filosofia e Sabedoria é enormemente e mais nobremente aplicada. Percebe-se que, com isso, não necessariamente o Profeta se prende à necessidade de oferecer previsões muito específicas ou muito detalhadas sobre uma ou poucas pessoas, e sim previsões muito mais amplas, abrangentes, significativas e não menos precisas.

Um Rosacruz desenvolvido nesta senda mística é um profeta por natureza, suas profecias acabam sendo veiculadas ao mundo exterior de uma forma ou de outra, sendo elas simples avisos ou verdadeiras previsões. O Rosacruz é apenas um canal de transmissão de conhecimento do Cósmico, a Mente Universal por trás da criação de todas as coisas, e este conhecimento é atemporal, podendo ser caracterizado como conhecimento histórico ou como profecia. Enquanto houver um Rosacruz presente no Universo haverá um profeta velado, alguém que se satisfaz no serviço Rosacruz sem fazer questão de ter sua identidade revelada, qualificada ou caracterizada. Alguém disseminando informação não por si, mas pela glória do Criador.

oracle-delphi

Michael Maier’s Atalanta Fugiens

An article of Peter Bindon, FRC
Rose+Croix Journal, Issue 12 of 2018

http://www.rosecroixjournal.org/

A Look at This Year’s Cover: Michael Maier’s Atalanta Fugiens – Rose+Croix Journal Issue 12, 2018

Michael Maier Atalanta Fugiens Figura 21 Explicada

[Eng] In this article, Peter Bindon presents some of the fascinating symbolism and history behind Emblem 21 in Michael Maier’s intriguing work, Atalanta Fugiens.

[Por] Neste artigo, Peter Bindon apresenta um pouco do fascinante simbolismo e história presentes no Emblema 21 do intrigante trabalho de Michael Maier, Atalanta Fugiens.

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Soul / Alma

sequoia

[Eng] It is the nature of Man to think of things as a human condition. From this it follows that every Man thinks of things in an Individualized way, because he considers himself as an individual.
It turns out that not even man is an individual, so even thinking about himself in this way is a mistake.
With regard to the Soul, it’s the same thing.

Every Man possesses his physical body, which is a body, a manifestation of the material World, which is generated, operated, grows and also operates itself, produces things through the movement of other bodies, it grows old and succumb to the action of time that ends up dissolving it and making it invisible. But still a body. Solve et coagula.
Every Man is filled by a Soul, which has been breathed by the Creator into that being during his birth and who leaves that body at the time of its Transition, or what is commonly called Death, but which is nothing other than another Rebirth.

The Soul does not inhabit the body of Man in the sense that this body serves as a cage or an encapsulation for the Soul. The Soul fills the Body, it pierces the body, but the body does not hold the Soul. The human Soul is not individualized, in the sense that there is no Soul A, Soul B, Soul C. There is rather a Soul Personality, which is the sum of the experiences of that Soul in its interactions with the World, while it does not reintegrate itself with the Creator. A mutant Soul Personality since, for the Soul, being itself Eternal in the image of the Creator, chronological time is something that does not exist, being this Soul Personality, as a result of this, constantly changing.

The Soul, whatever it is, is only part of a whole, which is a Universal Soul, not individualized, and therefore not being comprehensible in this way and by these human standards. A good analogy for this would be to imagine a set of electric lamps connected in parallel, and the Universal Soul as the electric current that feeds all these lamps, each lamp being a Being. When passing this electric current the lamps will light each one in varying colors and intensities, depending on their own bodily characteristics, which are determined, among other things, by the physical conditions of the lamp but also by the spiritual conditions of the lamp. Our goal, as a human seeker for evolution, is to continuously improve the color and brightness of your lamp.

What is left of our lives, stays with the Soul. The whole of our actions and operations reverberates in the infinite space through our Soul. What happens to the Soul after the Transition is a direct consequence of what it did as it dealt with the Human condition. Every Soul, as part of a Universal Soul, must aim for its reintegration with the Creator.

The way: the Cross and the Rose. The Rose and the Cross.

[Por] É próprio da natureza do Homem pensar nas coisas enquanto condição Humana. Disto decorre que todo Homem pensa nas coisas de maneira Individualizada, porque considera-se, a si próprio, como um indivíduo.
Acontece que nem mesmo o Homem é um indivíduo, portanto mesmo pensando sobre si mesmo desta forma comete um erro.
Com a Alma, é a mesma coisa.

Todo Homem possui o seu corpo físico, que é um corpo, manifestação do Mundo material, que é gerado, operado, cresce e também ele mesmo opera, produz coisas através da movimentação de outros corpos, por fim envelhecendo e sucumbindo à ação do tempo que termina por dissolvê-lo e torná-lo invisível. Mas ainda assim um corpo. Solve e coagula.
Todo Homem é preenchido por uma Alma, que fora insuflada pelo Criador naquele ser durante o seu nascimento e que abandona aquele corpo no momento de sua Transição, ou o que se chama comumente de Morte mas que nada mais é do que outro Renascimento.

A Alma não habita o corpo do Homem no sentido de que este corpo sirva de involucro ou encapsulamento para a Alma. A Alma preenche o Corpo, trespassa o corpo, mas o corpo não detém a Alma. A Alma humana não é individualizada, no sentido de que não existe Alma A, Alma B, Alma C. Existe sim uma Personalidade Alma, que é o somatório das experiências daquela Alma em suas interações com o Mundo, enquanto ela própria não se reintegra ao Criador. Uma Personalidade Alma mutante já que, para a Alma, sendo ela mesma Eterna à imagem do Criador, tempo cronológico é algo que inexiste, estando esta Personalidade Alma, em decorrência disto, em constante mutação.

A Alma, qualquer que seja, é apenas parte de um todo, que é uma Alma Universal, não individualizada, e portanto não sendo passível de compreensão desta forma e por estes padrões humanos. Uma boa analogia para isto seria imaginarmos um conjunto de lâmpadas elétricas ligadas em paralelo, e a Alma Universal como a corrente elétrica que alimenta todas essas lâmpadas, sendo cada lâmpada, um Ser. Ao passar esta corrente elétrica as lâmpadas se acenderão cada qual à sua maneira, com cores e intensidades variadas, a depender de suas próprias características corpóreas, que são determinadas, entre outras coisas, pelas condições físicas da lâmpada mas também pelas condições espirituais da lâmpada. Nosso objetivo, enquanto Humano buscador por evolução, é  melhorar a cor e o brilho da sua lâmpada continuamente.

O que fica de nossas vidas, fica com a Alma. O conjunto de nossas ações e operações reverbera no espaço infinito através de nossa Alma. O que acontece com a Alma, após a Transição, é consequência direta do que ela fez enquanto lidou com a condição Humana. Toda Alma, enquanto parte de uma Alma Universal, deve ter por meta a sua reintegração com o Criador.

O caminho: a Cruz e a Rosa. A Rosa e a Cruz.

Rosicrucian Creed

[Eng]

  1. I know there is but one living, true, and Infinite God, creating and sustaining all things, visible and invisible, whose Essence is diffused throughout the universe, and whose Mind and Consciousness constitute the Soul of Man.
  2. I know that the unity of God’s creation manifests in three expressions: in the Macrocosm as Light, Life, and Love; in the Microcosm as Soul, ego and body; in the material sciences and arts as thesis, synthesis, and antithesis. All of those are symbolized by the Triangle.
  3. I know that the Divine Wisdom of God, as made manifest by the laws of nature, justifies our faith in the Omnipotence, Omnipresence, Goodness, and Love of the God of our existence.
  4. I know that when God breathes into the Body of Man, the Breath of Life, Man becomes a Living Soul. The Soul of God, resident within a mortal body, is the perfect essence of the Universal Soul that flows through successive human incarnations. Hence, in all that is real and vital, all Mankind is a Brotherhood under the Fatherhood of God.
  5. I know that the flesh alone may err, and mortal mind may sin; and for each error or sin, flesh and mortal mind must compensate; for Man is born in Soul-Goodness, but in mortal ignorance, and from the ignorance alone must Man be redeemed and saved.
  6. I know that the visible Fraternity of the Rosicrucians is an inspired school for the Illumination of the mortal mind and the joy of the Soul. Its authority is found in the joyous response of the Soul of Man and the Inspiration and Direction received from the Masters, visible and invisible.
  7. I know that the High Initiates of the Fraternity are representative of the Invisible Masters of The Great White Brotherhood, and are the Servants of God.

[Por]

  1. Eu sei que há somente um Deus Vivente, Verdadeiro e Infinito, Criador e Mantenedor de todas as coisas visíveis e invisíveis, cuja Essência está difundida em todo Universo e cuja Mente e Consciência constituem a Alma do Homem.
  2. Eu Sei que a unidade da Criação de Deus se manifesta em três expressões: No Macrocosmo, como Luz, Vida e Amor; no Microcosmo, como Alma, Personalidade e Corpo; nas ciências materiais e nas artes, como tese, síntese e antítese. Tudo isso está simbolizado pelo triângulo.
  3. Eu Sei que a Sabedoria perfeita de Deus, como manifestada pelas Leis da Natureza, justifica nossa fé na Onipotência, Onipresença, Bondade e Amor do Deus de nossa existência.
  4. Eu Sei que quando Deus insufla, no corpo do Homem, o alento de Vida, o Homem se torna uma Alma Vivente, um segmento inseparável da Alma de Deus, residindo num corpo mortal, para vários propósitos, através de sucessivas encarnações humanas. Assim, com relação a tudo que é real e vital, é toda Humanidade uma Fraternidade sob a Paternidade de Deus.
  5. Eu Sei que somente a carne pode errar e a mente mortal pode pecar; e, para cada erro ou pecado, a carne e a mente mortal devem compensações porque o Homem nasce em perfeição de Alma, porém em ignorância mortal, e somente dessa ignorância o Homem deve ser redimido e salvo.
  6. Eu sei que a Fraternidade Visível dos Rosacruzes é uma inspiradora escola para a iluminação da mente mortal e a alegria da Alma. Sua autoridade repousa na reação agradável da Alma do Homem e da Inspiração e Direção recebida dos Mestres Visíveis e Invisíveis.
  7. Eu sei que os Grandes Iniciados da Fraternidade são representantes dos Mestres Invisíveis da Grande Fraternidade Branca e Servos de Deus.

Salutem Punctis Trianguli!

creed

(The Rosicrucians have no blind faiths or unproved beliefs. Through the knowledge of laws, and the ability to demonstrate them, the Rosicrucians know certain fundamental principles which constitute their creed. The foregoing statement of such principles was unanimously adopted at an International Convention of Rosicrucians held at the AMORC Temple, Rosicrucian Park, San Jose, California, during the week of July 23rd to 30th, 1930.)

Incognitu

Etymology
From in- + cognitus.

Pronunciation
/inˈkoɡ.ni.tus/, [ɪŋˈkɔŋ.nɪ.tʊs]

Adjective
incognitus (feminine incognita, neuter incognitum); first/second declension

  1. unknown
  2. untried, untested

[Eng]  There is a reason why the mystic chooses to work incognitu, most of the time, although this is not necessary today as it had been in the distant past, mainly due to religious persecution.

The greatest incognito of all is the Creator. God. One who can not be named but who is represented by the Great Architect of the Universe. The Creator is present in everything, because God is mind, and the Universe is mental. All that is present in the Universe and all that is the Universe is also a brush through which the Creator draws, without feeling the need to sign the authorship of the art, because all art, in this case, is already His signature.

The Rosicrucian realizes the efficiency of working Incognito in a much greater capacity for the realization of Reality, for when his lips are sealed his voice rumbles and shows his authority in the strongest egresses, when his eyes are closed the Light enters more easily into his consciousness , when his ears are turned off the instrumental music of God in all the vibrations makes resonate every fiber of his Soul Personality.

At this moment, the Rosicrucian attains the equivalence of form with the Creator because he works incognito just like his Father. There is no ego involved, no credit to a name or an appearance, its mental and physical creations, its work, its influences, become permanent because nothing in the worldly can destroy them. This is how it must be in the search for reconciliation with the Creator, working in perfect harmony with the Heavenly Hosts through their Thoughts, Words, and Actions.

[Por]  Há uma razão para que o místico opte por trabalhar de maneira incógnita, na grande maioria das vezes, embora isso não seja necessário hoje em dia como o fora no passado distante, devido, principalmente, às perseguições religiosas.

O maior incógnito de todos é o Criador. Deus. Aquele que não pode ser nomeado mas que é representado pelo Grande Arquiteto do Universo. O Criador está presente em tudo, porque Deus é mente, e o Universo é mental. Tudo o que está presente no Universo e tudo o que é o Universo é também um pincel pelo qual o Criador desenha, sem sentir a necessidade de assinar a autoria da arte, porque toda arte, neste caso, já é sua assinatura.

O Rosacruz percebe a eficiência de trabalhar Incógnito em uma capacidade muito maior de percepção da Realidade, pois quando seus lábios estão selados a sua voz retumba e mostra sua autoridade nas mais fortes egrégoras, quando seus olhos estão cerrados a Luz entra mais facilmente em sua consciência, quando seus ouvidos estão desligados a música instrumentada por Deus em todas as vibrações faz ressoar cada fibra de sua Personalidade Alma.

Neste momento, o Rosacruz alcança a equivalência de forma com o Criador porque trabalha incógnito assim como seu Pai. Não há ego envolvido, não precisa creditar qualquer coisa a um nome ou a uma aparência, suas criações Mentais e físicas, sua obra, suas influências, passam a ser permanentes porque nada no mundano poderá destruí-las. É assim que tem que ser na busca pela reconciliação com o Criador, trabalhando em perfeita harmonia com as Hostes Celestiais por seus Pensamentos, Palavras e Ações.

The Author / O Autor / Anno R+C 3.371

 

Ego

[Eng]Ego

Every man is not just one, he is trine.

Trine in essence, trine because he is three bodies. Trine because he is a manifestation of Light, Life and Love.

Fools himself the one who considers any one of the three more important than the other two. All are equally important and relate to God by the same way, being the only difference among them the level of material density, or energy, that makes them up.

Beyond your physical body, Ego is something completely senseless, it doesn’t exist, has no Real or concrete manifestation. Ego is a third dimension phenomena, one of man’s material body characteristics, an ephemeral attribute that starts when the man is born and that dies as soon as man passes by his transition. Ego is a barrier of understanding between Illusion and Reality, it is the frontier of your five senses, it is your dimensional limit. Curiously man, in his long search for perfection, gives up to temptations of pleasure and pain revulsion, making constant, during his life, the use of the Ego as an interaction interface with the Universe of Creation.

Ego is like your lawyer, it defends your integrity for your honor’s sake, even if that integrity at stake is just the most thin and external man’s shell, even if that honor is just an absolutely formal concept and passive to relativization. Cultural and therefore conjectural. So insignificant in face of Creator’s Omnipotence, Omnipresence and Omniscience as any other objective expression of every human being.

Unfortunately, man carved his society towards his Ego, not to his true Being. Things exist for our Ego, to amplify our pleasure, to stop our suffering, as much as possible. When someone talks to you is his Ego having a conversation with yours. When someone offends another, it is in fact her Ego trying do offend yours, and not her essence with relation to your own. Every possible kind of aggression in our three-dimensional world is an aggression between Egos, even when there’s a threat to someone’s life. Men being trine, there’s much more at stake than a mere Ego dispute between two people. Men’s soul is not simply inside a flesh shell, it trespass it, it uses it as an experiences vehicle, its reaching is timeless, and far wider than someone’s arms span or someone’s legs step, or even what can be traveled by our transports.

Have in mind that Ego is a barrier to the re connection between you and the celestial hosts. Instead of giving your Ego wings, look for introspection, search for silence, and you’ll make yourself much more visible and louder to whom really matters.

[Por]Ego

Todo homem não é um só, é trino.

Trino em essência, trino porque são três corpos. Trino porque é manifestação de Luz, de Vida e de Amor.

Engana-se quem considera qualquer um dos três mais importante que os outros dois. Todos são igualmente importantes e comungam com Deus da mesma forma, sendo a única diferença entre eles o nível de densificação da matéria, ou da energia, que o compõe.

Além de seu corpo físico, o Ego é algo que não faz o menor sentido, não existe, não tem manifestação concreta ou Real. Ego é um fenômeno da terceira dimensão, uma característica do corpo material do homem, um atributo efêmero que surge quando o homem nasce e cessa de existir quando ele passa por sua transição. Ego é uma barreira de entendimento entre a Ilusão e a Realidade, é a fronteira dos seus cinco sentidos, é o seu limite tridimensional. Curiosamente, o homem em sua longa busca por perfeição acaba por ceder a tentação do prazer e da repulsa da dor e com isso torna constante, durante sua vida, o uso do Ego como interface de interação com o Universo da Criação.

O Ego é como seu advogado, ele defende sua integridade em nome de sua honra, ainda que a integridade em jogo seja muitas vezes apenas a casquinha externa mais fina do homem, ainda que honra seja um conceito absolutamente formal e passível de relativização. Cultural e portanto conjuntural. Tao insignificante perante a Onipotência, a Onipresença e a Onisciência do Criador quanto qualquer outra expressão objetiva de qualquer ser humano.

Infelizmente o homem talhou sua sociedade para seu Ego e não para seu verdadeiro Ser. As coisas existem para nosso Ego, para amplificar nosso prazer, para anular nosso sofrimento, tanto quanto seja possível. Quando uma pessoa conversa com você é o Ego da mesma que conversa com o seu. Quando uma pessoa o ofende, na realidade é o Ego daquela que visa a ofender o seu Ego, e não a essência dela em relação a sua essência. Todo tipo de agressão passível de ocorrência no plano tridimensional é uma agressão entre Egos, mesmo que haja o atentado a vida de outrem. Sendo o homem trino, existe muito mais em jogo do que mera disputa material entre os Egos de duas pessoas. A Alma do ser humano não esta contida em um involucro de carne, ela o permeia, ela o utiliza como veiculo de experiencias, seu alcance é atemporal e muito mais amplo do que a extensão de nossos braços e pernas, ou do que pode ser percorrido por nossos veículos.

Tenha em mente que o Ego é uma barreira entre você e sua religação com as Hostes Celestiais. Ao invés de dar asas ao Ego, procure a introspecção, procure o silencio, e você se fara muito mais visível e audível, desta forma, a quem verdadeiramente interessa.

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The Author / O Autor / Anno R+C 3.371