Intention, Invocation, Immersion

[Eng] The Rosicrucians know that the human being has no way of knowing if all that he desires is in fact part of a Cosmic design. Man can not counteract a Cosmic design. In this way, it is no use for a man to want or not to want something so that his will is effectively fulfilled. It must be in line with the Cosmic designs in that context.

This does not mean that the Rosicrucians believe in pure and simple fatalism. There is a spectrum of variance in the life of each person, as if it were a river that has its path defined by geography but we can navigate it by N different forms. And who knows, even Geography can change the course of the river a little over the ages, as we can actually observe in our physical world. The Cosmic designs work in this way, enabling the person to navigate the river in several different ways without actually being able to counteract the Divine will.

The Rosicrucians therefore follow a triad, which is fundamental to all Mystic, in their meditations, in their visualizations, in their work of harmonization and, finally, in any other type of mystic activity that has as objective to project and / or build something.

This triad is composed of Intention, Invocation and Immersion, and is practiced in this sequence.

In the Intention stage, man is expected to define what is the Intention behind a will, a desire, which he knows internally to discern whether this intention is good or bad, productive or unproductive, harmonious or not.

At the stage of Invocation, man is expected to know how to invoke superior forces that could put into practice his mind, his will, if this is in fact in harmony with the Cosmic designs within that context.

In the stage of Immersion, man is expected to allow himself to be carried away by all impressions that may arise in his mind, objective and psychic, but especially those of the second type, and that he becomes passive, as a kind of conduit of forces, which will allow the emergence of practical and material effects in our objective plan.

The Rosicrucian closes this type of work with a final statement, which serves to make him aware that, although he was pure and perfect in everything he did at that moment in putting this triad into practice, things only happen in the world for Cosmic designs.

[Por] Os rosacruzes sabem que o ser humano não tem como saber se tudo o que deseja de fato faz parte de um desígnio Cósmico. O homem não pode contrariar um desígnio Cósmico. Desta forma, não adianta o homem querer ou não querer uma coisa para que sua vontade seja efetivamente atendida. Ela precisa estar em consonância com os desígnios Cósmicos naquele contexto.

Isto não quer dizer que os rosacruzes creem no fatalismo puro e simples. Ha um espectro de variância na vida de cada pessoa, como se fosse um rio que tem o seu traçado definido pela geografia mas que podemos navegá-lo por N formas diferentes. E quem sabe, ate mesmo a Geografia pode mudar um pouco o curso do rio ao longo das eras, como de fato podemos observar em nosso mundo físico. Os desígnios Cósmicos funcionam desta forma, possibilitando que a pessoa possa navegar pelo rio de varias formas distintas sem que com isso possa, de fato, contrariar a vontade Divina.

Os rosacruzes portanto seguem uma tríade, que é fundamental para todo Mistico, em suas meditações, em suas visualizações, em seus trabalhos de harmonização e, enfim, em qualquer outro tipo de atividade Mistica que tenha por objetivo projetar e/ou realizar alguma coisa.

Esta tríade é composta por Intenção, Invocação e Imersão, e é praticada nesta sequencia.

Na etapa da Intenção, espera-se que o homem defina qual a Intenção por trás de uma vontade, de um desejo, que ele saiba discernir internamente se esta intenção é boa ou ruim, produtiva ou improdutiva, harmoniosa ou não.

Na etapa da Invocação, espera-se que o homem saiba invocar forças superiores que poderiam colocar em pratica sua mentalização, sua vontade, se isto de fato estiver em consonância com os desígnios Cósmicos dentro daquele contexto.

Na etapa da Imersão, espera-se que o homem se deixe levar por todas as impressões que possam surgir em sua mente, objetivas e psíquicas, mas especialmente as do segundo caso, e que se torne passivo, como uma especie de conduíte de forças, que possibilitarão o surgimento de efeitos práticos e materiais em nosso plano objetivo.

O rosacruz encerra este tipo de trabalho com uma declaração final, que serve para deixá-lo consciente de que, ainda que tenha sido puro e perfeito em tudo o que fez naquele momento ao colocar em pratica esta tríade, as coisas só acontecem no mundo por desígnios Cósmicos.

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The Author / O Autor / Anno R+C 3.371

The Cross and The Rose-Cross

[Eng]What is a cross?

The human being is especially affected by vision, his most accurate sense and the last to be awakened completely after birth, taking from 6 to 8 months for his full maturity and precision. Likewise, the questioning of what is seen is not frequent. Now, if we have a sense as accurate as that of vision, it would be natural for us to be equally ascertained in the criticism, investigation, and selection of what we wish to retain in terms of knowledge from our vision.

We can assume that a huge majority of people have seen crosses of the most varied types. It is quite possible that such a symbol awakens deep and peculiar sensations in each person. But how many wonder about that symbol, its origins and meanings?

The cross in Rosicrucianism has a profound meaning, which has nothing to do with the “torment” employed by Christians.

Every cross is composed of a certain “orthogonality” between two axes. In the case of the traditional cross, on which the Rose-Cross is mounted, the trunk or vertical axis represents Heaven, the space and the male polarity of life, while the trunk or horizontal axis represents the Earth, time and female polarity of nature. Taken together these two axes of the cross express the law of duality. The four arms formed by this figure represent the relationships we can establish not only with the four principles of nature but also with several other natural quaternary aspects.

Applied to the Rosicrucian Tradition, the two trunks of the cross, vertical and horizontal, symbolize the physical body of man and in general the terrestrial world through which man evolves from one life to another. The rose, at the intersection between both axes, symbolizes the soul personality of man in his progressive expansion throughout his incarnations. The rose has always been associated with spirituality in various traditions.

In its most noble expression, the Rose-Cross is forged in Gold, symbolizing material perfection. Applied to man, this metal represents the purity of the physical body, which we must achieve through the application of a harmonious life with natural and cosmic laws. The Rose, a ruby ​​of five or seven facets, materializes the quintessence that infuses the whole Universe and together the three theological virtues (faith, hope and charity) and the four cardinal virtues (courage, justice, prudence and temperance).

In this way, the Rose-Cross represents at the same time the duality of human nature and the archetype to which we evolve physically and spiritually.

[Por]O que é uma cruz?

O ser humano é especialmente afetado pela visão, seu sentido mais apurado e o último a ser desperto completamente após o nascimento, levando de 6 a 8 meses para sua total maturidade e precisão. Assim mesmo, o questionamento sobre o que se vê não costuma ser frequente. Ora, se temos um sentido tão apurado quanto o da visão, natural seria que fossemos igualmente apurados na crítica, na investigação e na seleção daquilo que desejamos reter em termos de conhecimento a partir de nossa visão.

Podemos supor que uma enorme maioria das pessoas já viram cruzes dos mais variados tipos. É bem possível que tal símbolo desperte em cada pessoa sensações profundas e peculiares. Mas quantos se questionam sobre aquele símbolo, suas origens e significados?

A cruz no Rosacrucianismo possui um significado profundo, que nada tem a ver com o “suplício” empregado pelos cristãos.

Toda cruz é composta por uma certa “ortogonalidade” entre dois eixos. No caso da cruz tradicional, sobre a qual a Rosa-Cruz é montada, o tronco ou eixo vertical representa o Céu, o espaço e a polaridade masculina da vida, enquanto o tronco ou eixo horizontal representa a Terra, o tempo e a polaridade feminina da natureza. Considerados juntos estes dois eixos da cruz expressam a lei da dualidade. Os quatro braços formados por esta figura representam as relações que podemos estabelecer não somente com os quatro princípios da natureza mas também com vários outros aspectos quaternários naturais.

Aplicada à Tradição Rosacruz, os dois troncos da cruz, vertical e horizontal, simbolizam o corpo físico do homem e de um modo geral o mundo terrestre através do qual o homem evolui de uma vida para a outra. Já a rosa, na interseção entre ambos os eixos, simboliza a personalidade alma do homem em suas expansão progressiva ao longo de suas encarnações. A rosa sempre foi associada à espiritualidade em diversas tradições.

Em sua expressão mais nobre, a cruz Rosa-Cruz é forjada em Ouro, simbolizando a perfeição material. Aplicado ao homem, esse metal representa a pureza do corpo físico, que devemos atingir através da aplicação de uma vida harmoniosa com as leis naturais e cósmicas. Já a Rosa, um rubi de cinco ou sete facetas, materializa a quintessência que infunde todo o Universo e conjuntamente as três virtudes teologais (fé, esperança e caridade) e as quatro virtudes cardeais (coragem, justiça, prudência e temperança).

Desta forma, a Rosa-Cruz representa ao mesmo tempo a dualidade da natureza humana e o arquétipo para o qual evoluímos física e espiritualmente.

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The Author / O Autor / Anno R+C 3.370

Egrégora

[Eng] God is mind. The universe is mental.

From this Hermetic principle, one can deduct that the human mind has a close relationship with the Divine mind. More than that, it can be deduced that the human mind has a close relationship with the Universe. In this way, to interact with the Universe, more useful than having hands and tools is to have an operative mind. And the more conscious and powerful that mind is, the greater will be the interaction with the Universe, and with God.

For this reason, the concept of Egregora is not something difficult to be imagined and understood.

Every thought originating in our minds, and the energy generated by this thought, has an existence and can circulate freely through the Cosmos. The human being is able to put the same creative energies of the Universe, in a greater or smaller scale, in operation, through mental use. Two humans together, working together and using their minds together, will be able to put these same creative energies of the Universe into operation on an even larger scale. And so on, with three, four, five or more people, indefinitely.

The sum of this collective, so to speak, in use of its mental and spiritual faculties, creates a body, or an energetic field, in a plane that is not visible to our eyes, from the energy emitted by this collectivity through its patterns of vibrations. And to this body, or field, we give the name of Egregora.

An Egregora is able to materialize the aspirations transmitted by the generating collectivity. Egregora actively participates in any medium, be it physical or abstract. When energy is deliberately generated, it forms a pattern and tends to remain as it is and to influence the environment around it. Egregoras can be described as energetic concentrations, created when several people have one common goal, use their mind together in the same way and produce such a field or body. The human being can do this consciously or even without realizing it.

Examples of Egregora are countless, infinite, for so is human mental capacity. People attending a mass, participating in ritualistic works in a temple, working in noble causes where they will not necessarily succeed, form an Egregora. But equally, Egegoras are formed even when people do not realize it, as long as they are harmonized with a common flow of thought.

We can visualize effects of Egregoras on the Internet. When we look for images on a particular theme, we can imagine that these images were conceived by people of different places and times, but with common lines of thought and vibrations. That is why the images that we will find, for a certain theme, will keep close characteristics of similarity between them. The judgment of the quality of images, of feelings and of the ideas that they seek to pass to those who see them, the meanings that are present in the illustration, allows us to conclude whether such an Egregora is more or less strong, more or less aligned with noble objectives, and so on.

It is evident that the responsibility for the formation of an Egregora and the effects it generates on the material plane is huge, and people do not always realize it. This is why the Rosicrucians have always sought to produce, nurture and enhance an Egregora that is beneficial to human social and spiritual development.

[Por]Deus é mente. O universo é mental.

Deste princípio Hermético, pode-se deduzir que a mente humana guarda estreita relação com a mente Divina. Mais do que isto, pode-se deduzir que a mente humana guarda estreita relação com o Universo. Desta forma, para interagir com o Universo, tão ou mais útil do que ter mãos e ferramentas é ter uma mente operativa. E quanto mais consciente e poderosa for essa mente, maior será a interação com o Universo, e com Deus.

Por este motivo, o conceito de Egrégora não é algo difícil de ser imaginado e entendido.

Todo pensamento originário de nossas mentes, e a energia gerada por este pensamento, têm uma existência e pode circular livremente pelo Cosmo. O ser humano é capaz de colocar as mesmas energias criativas do Universo, em maior ou menor escala, em funcionamento, através do uso mental. Dois seres humanos em conjunto, trabalhando juntos e usando suas mentes conjuntamente, serão capazes de colocar estas mesmas energias criativas do Universo em funcionamento em uma escala ainda maior. E assim por diante, com três, quatro, cinco ou mais pessoas, indefinidamente.

A soma desta coletividade, por assim dizer, em uso de suas faculdades mentais e espirituais, cria um corpo, ou um campo energético, em um plano que não é visível aos nossos olhos, a partir da energia emitida por esta coletividade através dos seus padrões vibracionais. E a este corpo, ou campo, damos o nome de Egrégora.

Uma Egrégora é capaz de realizar no plano material as aspirações transmitidas pela coletividade geradora. A Egrégora participa ativamente de qualquer meio, seja ele físico ou abstrato. Quando a energia é deliberadamente gerada, ela forma um padrão e tem a tendência de se manter como está e de influenciar o meio ao seu redor. As Egrégoras podem ser descritas como concentrações energéticas, criadas quando várias pessoas têm um mesmo objetivo comum, usam sua mente de forma conjunta da mesma forma e produzem tal campo ou corpo. O ser humano pode fazer isso de forma consciente ou mesmo sem se dar conta disto.

Exemplos de Egrégora são incontáveis, infinitos, pois assim o é a capacidade mental humana. Pessoas frequentando uma missa, participando de trabalhos ritualísticos em um templo, trabalhando em causas nobres onde não necessariamente obterão êxito, formam Egrégoras. Mas igualmente, Egrégoras são formadas mesmo quando as pessoas não se dão conta, desde que estejam harmonizadas com um fluxo comum de pensamento.

Podemos visualizar efeitos de Egrégoras na Internet.  Ao buscarmos imagens sobre um determinado tema, podemos imaginar que estas imagens foram concebidas por pessoas de diferentes locais e tempos, mas com linhas de pensamento e vibrações comuns. É por isto que as imagens que encontraremos, para um determinado tema, guardarão estreitas características de semelhança entre elas. O julgamento da qualidade das imagens, do sentimento e das ideias que procuram passar a quem as vê, os significados que estão presentes na ilustração, permite concluir se tal Egrégora é mais ou menos forte, mais ou menos alinhada com objetivos nobres, e assim por diante.

Fica evidente que a responsabilidade pela formação de uma Egrégora e dos efeitos que ela gera no plano material, é sobremaneira grande, e nem sempre as pessoas se dão conta disto. É por isto que os Rosacruzes sempre buscaram produzir, alimentar e engrandecer uma Egrégora que seja benéfica ao desenvolvimento social e espiritual humano.

The Author / O Autor / Anno R+C 3.370

Creator and Creature / Criador e Criatura

  1. In order to create, our Creator had to refrain itself, to eliminate from Himself all of His characteristics, and by this mean make possible movement where there was only the static, to make possible the appearance of time where before was just the eternal.
  2. If man is not spiritually free to choose, this just occur because the Creator Himself isn’t.
  3. In His completeness, nothing else can be decided but to give from Himself to what from Himself he removes.
  4. The equivalence of form that man searches in his countless tries to connect himself with Him, to see and feel the Creator, is nothing more than the very own Creator allowing that a little from Himself returns to Him, a little of this privation of Himself ending and returning to the source.
  5. Then the man realizes that his soul, equally eternal and static, has just changed its colour.

 

  1. Para criar, nosso Criador teve que se privar de Si mesmo, eliminar de Si mesmo todas as Suas características, e desta forma possibilitar movimento onde antes só havia o estático, possibilitar o surgimento do tempo onde antes só havia o eterno.
  2. Se o homem não é espiritualmente livre para escolher, isso ocorre porque o Criador mesmo não o é.
  3. Em Sua compleição, nada mais pode ser decidido a não ser doar de Si para o que de Si Ele mesmo se priva.
  4. A equivalência de forma que o homem busca em suas inúmeras tentativas de se conectar com Ele, enxergar e sentir o seu Criador, nada mais é do que Ele próprio, Criador, permitindo que um pouco Dele mesmo retorne a Ele, um pouco dessa privação de Si mesmo se encerrando e voltando para sua Origem.
  5. Nisto o homem percebe que sua alma, igualmente eterna e estática, apenas mudou de cor.

 

The Author / O Autor / Anno R+C 3.370

The New Chymical Wedding of Christian Rosenkreutz / 1616-2016 – A.M.O.R.C.

This post is an external link to an A.M.O.R.C. Rosicrucian Manifesto.

Inspired by the third Rosicrucian manifesto, the Chymical Wedding of Christian Rosenkreutz, published four hundred years ago, the anonymous author of this Rosicrucian manifesto (number six) leads us toward the vision of a better world through an alchemical dream.

Inspirado no terceiro Manifesto Rosacruz publicado há quatrocentos anos, As Bodas Alquímicas de Christian Rosenkreutz, o autor anônimo deste novo manifesto (número seis) convida-nos a sermos melhores através de um sonho alquímico.

Link to English .PDF on A.M.O.R.C.

Link to Portuguese .PDF on A.M.O.R.C. – GLP

Tabula Smaragdina

All of the Hermetic science is contained on Hermes Trismegistus’ dogma, which is positively engraved in an Emerald Tablet (Tabula Smaragdina). Bellow you can see its Latin version and two translations:

Latin text

Table_Emeraude_Chrysogonus

Original edition of the Latin text. (Chrysogonus Polydorus, Nuremberg 1541):

  1. Verum, sine mendacio, certum et verissimum:
  2. Quod est inferius est sicut quod est superius, et quod est superius est sicut quod est inferius, ad perpetranda miracula rei unius.
  3. Et sicut res omnes fuerunt ab uno, meditatione unius, sic omnes res natae ab hac una re, adaptatione.
  4. Pater eius est Sol. Mater eius est Luna, portavit illud Ventus in ventre suo, nutrix eius terra est.
  5. Pater omnis telesmi totius mundi est hic.
  6. Virtus eius integra est si versa fuerit in terram.
  7. Separabis terram ab igne, subtile ab spisso, suaviter, magno cum ingenio.
  8. Ascendit a terra in coelum, iterumque descendit in terram, et recipit vim superiorum et inferiorum.
  9. Sic habebis Gloriam totius mundi.
  10. Ideo fugiet a te omnis obscuritas.
  11. Haec est totius fortitudinis fortitudo fortis, quia vincet omnem rem subtilem, omnemque solidam penetrabit.
  12. Sic mundus creatus est.
  13. Hinc erunt adaptationes mirabiles, quarum modus est hic. Itaque vocatus sum Hermes Trismegistus, habens tres partes philosophiae totius mundi.
  14. Completum est quod dixi de operatione Solis.

Newton’s translation

A translation by Isaac Newton is found among his alchemical papers that are currently housed in King’s College Library, Cambridge University.

  1. Tis true without lying, certain & most true.
  2. That which is below is like that which is above & that which is above is like that which is below to do the miracles of one only thing
  3. And as all things have been & arose from one by the mediation of one: so all things have their birth from this one thing by adaptation.
  4. The Sun is its father, the moon its mother, the wind hath carried it in its belly, the earth is its nourse.
  5. The father of all perfection in the whole world is here.
  6. Its force or power is entire if it be converted into earth.
  7. Separate thou the earth from the fire, the subtile from the gross sweetly with great industry.
  8. It ascends from the earth to the heaven & again it descends to the earth & receives the force of things superior & inferior.
  9. By this means you shall have the glory of the whole world
  10. & thereby all obscurity shall fly from you.
  11. Its force is above all force. For it vanquishes every subtle thing & penetrates every solid thing.
  12. So was the world created.
  13. From this are & do come admirable adaptations whereof the means (or process) is here in this. Hence I am called Hermes Trismegist, having the three parts of the philosophy of the whole world
  14. That which I have said of the operation of the Sun is accomplished & ended.

A.M.O.R.C. Translation to Portuguese

As presented openly on it’s website as a text for medidation.

“Verdadeiro, sem falsidade, certo e mais do que real, aquilo que está embaixo é como aquilo que está em cima, e o que está em cima é como o que está embaixo para cumprir as maravilhas de uma coisa. Assim como todas as coisas são criadas de uma coisa, pela vontade e comando do único que a criou, assim todas as coisas são nascidas desta única coisa por prescrição e união.

Seu pai é o Sol, sua mãe é a Lua, o vento a carrega em seu ventre, sua ama é a Terra. Este é o pai da perfeição em todo o mundo. Seu poder é perfeito quando transformado em terra; por isto, deves separar a terra do fogo, e o sutil do rude e grosseiro, mas com amor, com grande compreensão e discerni­mento. Ela sobe da terra ao céu e do céu vem novamente à terra e de novo recebe o poder do em cima e do embaixo.

Deste modo terás o esplendor de todo o mundo. Toda falta de compreensão e de capacidade te abandonará. Este é o maior de todos os poderes, pois pode sobrepujar toda a sutileza e pode penetrar tudo o que é sólido.

Assim foi criado o mundo. Assim se originaram raras combina­ções e maravilhas são forjadas; esta é a maneira de agir. Por isto sou chamado Trismegisto, pois possuo as três partes de sabedoria do mundo. Tudo que eu disse a respeito do trabalho do Sol está cumprido.”

(A.M.O.R.C. translation to Portuguese can be found on this link / A tradução da A.M.O.R.C. pode ser encontrada neste link: Tábua de Esmeralda)

As written by Eliphas Levi in its book “Doctrine and Ritual of High Magic”, what is written in the 7th point on Newton’s translation means that, in this purely internal operation, we need to separate the soul of all addictions and presumptions, what can be done using the philosophical salt, which is wisdom; using mercury, which is personal skills and industry; and, lastly, using sulfur, representing the vital energy and the warmth of the willingness. By this means you can transform into spiritual gold every less worthy things, including all earthly rubbish.

The Roots of a Science of Consciousness in Hermetic Alchemy

Article from the Rose+Croix Journal Issue 11 of 2016
http://www.rosecroixjournal.org/

The Roots of a Science of Consciousness in Hermetic Alchemy – Rose+Croix Journal Issue 11 2016

Abstract
Alchemy is not only the origin of systematic experimentation and chemistry but also the first attempt to create a cohesive science of consciousness. Those early philosophers of nature treated mental contents as objective phenomena, and they believed the universal operations used in their laboratories could transform a dark leaden mind into a shining golden one. The Hermetic philosophy behind alchemy taught that our thoughts and feelings are the thoughts and feelings of the whole universe, and that intrinsic perspective generated deep insight into the structure of mind. Alchemists viewed consciousness as a natural force that could be harnessed through a marriage of logic and intuition – a union of objective and subjective realities. Like modern seekers of a unified field theory, alchemists sought one true philosophy of universal principles that were as valid in Nature as they were in their own minds and souls, and in the One Mind of the Cosmos. The resulting cauldron of ideas on mind and matter leads to a truer understanding of the Philosopher’s Stone – not as an object but a state of mind.

Sumário
A Alquimia não é somente a origem de experimentação sistemática e química, mas também é a primeira tentativa de criar uma ciência coesiva de consciência. Os antigos filósofos da natureza tratavam os conteúdos mentais como fenômenos objetivos, e eles acreditavam que as operações universais utilizadas em seus laboratórios poderiam transformar uma mente de chumbo escuro em uma de ouro brilhante. A filosofia hermética por trás da alquimia, nos ensinou que nossos pensamentos e sentimentos são os pensamentos e sentimentos de todo o universo. Essa perspectiva intrínseca gerou um conhecimento profundo sobre a estrutura da mente. Alquimistas viam a consciência como uma força natural que pode ser controlada através de um casamento de lógica e intuição – uma união de realidades objetivas e subjetivas. Assim como os buscadores modernos de uma teoria de campo unificado, alquimistas procuravam uma verdadeira filosofia de princípios universais que seriam tão válidos na Natureza como eram em suas próprias mentes e almas, e na Mente do Cosmos. O caldeirão resultante de idéias sobre a mente e a matéria leva a uma compreensão mais verdadeira da Pedra Filosofal – não como um objeto, mas como um estado de espírito.

Tabula Smaragdina collored(Tabula Smaragdina)