Incognitu

Etymology
From in- + cognitus.

Pronunciation
/inˈkoɡ.ni.tus/, [ɪŋˈkɔŋ.nɪ.tʊs]

Adjective
incognitus (feminine incognita, neuter incognitum); first/second declension

  1. unknown
  2. untried, untested

[Eng]  There is a reason why the mystic chooses to work incognitu, most of the time, although this is not necessary today as it had been in the distant past, mainly due to religious persecution.

The greatest incognito of all is the Creator. God. One who can not be named but who is represented by the Great Architect of the Universe. The Creator is present in everything, because God is mind, and the Universe is mental. All that is present in the Universe and all that is the Universe is also a brush through which the Creator draws, without feeling the need to sign the authorship of the art, because all art, in this case, is already His signature.

The Rosicrucian realizes the efficiency of working Incognito in a much greater capacity for the realization of Reality, for when his lips are sealed his voice rumbles and shows his authority in the strongest egresses, when his eyes are closed the Light enters more easily into his consciousness , when his ears are turned off the instrumental music of God in all the vibrations makes resonate every fiber of his Soul Personality.

At this moment, the Rosicrucian attains the equivalence of form with the Creator because he works incognito just like his Father. There is no ego involved, no credit to a name or an appearance, its mental and physical creations, its work, its influences, become permanent because nothing in the worldly can destroy them. This is how it must be in the search for reconciliation with the Creator, working in perfect harmony with the Heavenly Hosts through their Thoughts, Words, and Actions.

[Por]  Há uma razão para que o místico opte por trabalhar de maneira incógnita, na grande maioria das vezes, embora isso não seja necessário hoje em dia como o fora no passado distante, devido, principalmente, às perseguições religiosas.

O maior incógnito de todos é o Criador. Deus. Aquele que não pode ser nomeado mas que é representado pelo Grande Arquiteto do Universo. O Criador está presente em tudo, porque Deus é mente, e o Universo é mental. Tudo o que está presente no Universo e tudo o que é o Universo é também um pincel pelo qual o Criador desenha, sem sentir a necessidade de assinar a autoria da arte, porque toda arte, neste caso, já é sua assinatura.

O Rosacruz percebe a eficiência de trabalhar Incógnito em uma capacidade muito maior de percepção da Realidade, pois quando seus lábios estão selados a sua voz retumba e mostra sua autoridade nas mais fortes egrégoras, quando seus olhos estão cerrados a Luz entra mais facilmente em sua consciência, quando seus ouvidos estão desligados a música instrumentada por Deus em todas as vibrações faz ressoar cada fibra de sua Personalidade Alma.

Neste momento, o Rosacruz alcança a equivalência de forma com o Criador porque trabalha incógnito assim como seu Pai. Não há ego envolvido, não precisa creditar qualquer coisa a um nome ou a uma aparência, suas criações Mentais e físicas, sua obra, suas influências, passam a ser permanentes porque nada no mundano poderá destruí-las. É assim que tem que ser na busca pela reconciliação com o Criador, trabalhando em perfeita harmonia com as Hostes Celestiais por seus Pensamentos, Palavras e Ações.

The Author / O Autor / Anno R+C 3.371